Skip to content

Latest commit

 

History

History
464 lines (298 loc) · 19.1 KB

File metadata and controls

464 lines (298 loc) · 19.1 KB

Perguntas Frequentes

O que é o EAM?

O EAM (Emparelhamento ao modelo) é um software de pesquisa do comportamento de escolha concebido para funcionar em um contexto de ensino individualizado e testes de aprendizagem e desempenho na pesquisa de controle de estímulos. Ele permite o planejamento de tentativas discretas com alternativas dispostas na tela de um monitor em posições programadas. Para programar uma sessão com uma sequência de tentativas o software lê um Arquivo de Sessão no qual os valores das variáveis são dispostos em sequência de acordo com desenhos experimentais ou planejamentos de ensino. O software registra e fornece um relatório de sessão com os valores por tentativa das variáveis fornecidas no Arquivo de Sessão e as escolhas feitas pelo indivíduo.

O que é um Arquivo de Configuração?

Um Arquivo de Configuração é um arquivo de configuração. Sua extensão é *.txt. Ao editar um arquivo de sessão, é possível dizer que você está programando uma sessão experimental ou planejando uma sessão de ensino. Esses arquivos possuem uma linguagem própria que o software lê e executa (por exemplo, dado o nome de um arquivo ".jpg" e uma posição na tela o software carrega esse arquivo e mostra na tela a figura correspondente na posição lida. O Arquivo de Sessão tem uma estrutura característica, com variáveis globais que funcionam para uma sessão e variáveis locais que funcionam para uma tentativa.

O arquivo de sessão permite o planejamento de uma grande variedade de situações de escolha e pode ser editado diretamente, para programar uma nova sessão a partir de modificações de uma sessão já pronta, ou pode-se utilizar a interface de edição.

Como se planeja um Arquivo de Configuração?

Definem-se primeiro os valores globais. Quantas tentativas terá a sessão? Serão tentativas de escolha simples ou condicional? Recomenda-se que durante o planejamento de uma sessão, se identifiquem semelhanças entre tentativas. Usualmente um tipo de tentativa é reapresentado várias vezes em uma sessão. Tentativas com um mesmo conjunto de alternativas podem ser repetidas e alternadas, e as posiçes em que as alternativas aparecem na tela podem ser randomizadas. A interface de edição e visualização de arquivos de sessão pode economizar tempo e trabalho quanto maiores forem as semelhanças entre as tentativas de uma sessão. Tal etapa de planejamento é importante para o melhor aproveitamento da interface. O planejamento das sessões obedece princípios da área de pesquisa do pesquisador, o software admite qualquer tipo de tentativa legível, o ensino e os testes são fruto de planejamento anterior ao momento em que o pesquisador prepara o arquivo de sessão.

Como se escreve um Arquivo de Configuração?

É necessário conhecer a estrutura e a linguagem do Arquivo de Configuração. Esses são conhecimentos indispensáveis para que pequenas alterações ou o reaproveitamento de outros arquivos de sessão sejam alcançadas com êxito. É importante ter em mente que, quando o arquivo de sessão contém um grande número de linhas, torna-se humanamente impossível escrever diretamente um arquivo de sessão em tempo hábil e sem erros mesmo conhecendo sua estrutura e linguagem. Para arquivos de sessão complexos (maiores do que 1.500 linhas), recomenda-se o uso da interface de edição/visualização de arquivos de sessão. Mesmo que o arquivo de sessão seja longo, partes do texto que se repetem podem ser substituídas com a utilização da ferramenta localizar/modificar do editor de texto.

Quando devo utilizar a interface de edição e visualização de arquivos de sessão do EAM?

  • Quando houver a necessidade de escrever arquivos de sessão do início, por não haver ou não se tiver acesso a um arquivo de sessão que possa ser reaproveitado;
  • Tendo acesso a um arquivo de sessão que possa ser reaproveitado;
  • quando houver a necessidade de editar, aleatorizar ou conferir a posição de muitos estímulos;
  • editar, aleatorizar ou conferir a ordem de muitas tentativas;
  • editar ou conferir os mesmos parâmetros de diferentes tentativas;
  • editar ou conferir os mesmos parâmetros de diferentes blocos.

Quando devo utilizar a edição direta do arquivo de sessão e não utilizar a interface de edição e visualização?

Recomenda-se a edição direta dos arquivos de sessão por meio do NotePad++ ou Notepad do Windows© quando houver necessidade de:

  • edição ou conferência do nome da pasta de estímulos;
  • edição ou conferência de um único parâmetro de um bloco, ou tentativa, etc;
  • localização e substituição de uma matriz de estímulos por outra (códigos das posições na Secção [Positions] e nas chaves *Bnd=).

Existem softwares livres que podem ajudar na tarefa de edição de um Arquivo de Sessão?

Sim. Recomenda-se o uso do software NotePAd++ (http://notepad-plus-plus.org/download/v6.5.html) para a localização e substituição de parâmetros. É possível também utilizar a opção de localização e substituição do Notepad, software padrão de edição de texto do Windows ©, e de qualquer outro programa de edição de arquivos do tipo ".txt".

Qual a estrutura dos Arquivos de Sessão?

Cada arquivo possui uma estrutura no formato de “arquivos de configuração *.ini”:

[Secção1]
    Chave=​parâmetro valor1 valor2
    Chave2=​

[Secção2]
    Chave 2=​parâmetro valor1
    Chave=​parâmetro

OBS.: Atenção ao uso de tabulação entre chaves e parâmetros, o espaço é utilizado pelo software como referência para alguns parâmetros e valores.

OBS.: Atenção para letras maiúsculas e minúsculas e acentos, pois são aspectos sensíveis da linguagem, ou seja, afetam a configuração do arquivo.

A ordem dessa estrutura é importante?

A ordem de aparecimento de cada [Secção] no arquivo de sessão não afeta sua configuração. Entretanto, há uma convenção de apresentá-las de acordo com a estrutura hierárquica do mais geral para o mais específico, com objetivo de facilitar a leitura. Cada [Secção] possui seu próprio conjunto de chaves. A ordem das chaves de uma mesma secção também não é importante. Frisa-se que a ordem de escrita dos valores de um parâmetro é importante.

Exemplo de Arquivo de Configuração

; linha de texto iniciada por ponto e vírgula não é lida pelo programa

; ini é o formato dos arquivos de configuração.
; a extenção .txt é utilizada para facilitar a edição

; chave geral. sem a ela o programa não lerá nada
[Main]

; nome da sessão
Name=	Minha sessão

; esquema de mudança de blocos.
; CRT = Avança para o bloco seguinte apenas se o critério de acertos for atingido, do contrário encerra a sessão.
; CIC = Avança/continua independente do critério.
Type=	CRT

; Nome da Pasta com os arquivos de estímulo. Recomenda-se não usar espaços.
HootMedia= meus_estimulos

; Nome da Pasta onde o programa vai salvar os dados "Dados_00X.txt" e "Ticks_00X.txt"
HootData=	meus_dados

; Número de blocos programados
NumBlc=	2

; chave com parâmetros usados apenas durante a edição do arquivo de configuração por meio da interface.
[Positions]

; posição dos estímulos na tela, no caso estão programadas 16 posições em uma matriz 4 por 4. 
; as linhas P1 a P16 mostram as coordenadas das posições na tela.

; as telas dos monitores de computador possuem a coordenada 0, 0 no canto superior esquerdo.
; a quantidade de pixels até o primeiro pixel da posição da esquerda para a direita chama-se left.
; a quantidade de pixels até o primeiro pixel da posição do topo para baixo chama-se top.
; cada posição também possui um comprimento e uma altura (width and height).

; número de linhas da matriz de estímulos criada por meio da interface.
Rows=	4

; número de colunas da matriz de estímulos criada
Cols=	4

; número de posições da matriz de estímulos criada
NumPos=	16

; valores de referência dos quadrados de cada posição, em pixels.
; PX= top, left, width, height
P1=	162 290 100 100
P2=	162 490 100 100
P3=	162 690 100 100
P4=	162 890 100 100
P5=	362 290 100 100
P6=	362 490 100 100
P7=	362 690 100 100
P8=	362 890 100 100
P9=	562 290 100 100
P10=	562 490 100 100
P11=	562 690 100 100
P12=	562 890 100 100
P13=	762 290 100 100
P14=	762 490 100 100
P15=	762 690 100 100
P16=	762 890 100 100

; chave do bloco
[Blc 1]

; nome do bloco no relatório
Name=	Bloco 1

; cor de fundo do bloco durante o ITI/IET
BkGnd=	0

; ITI (Intertrial Interval), em milisegundos
ITI=	5000

; número máximo de correções apresentadas para cada tentativa do bloco
NumCrt=	2

; este parâmetro permite definir o que é uma tentativa
; o primeiro número é o número de chaves de tentativas [Blc X - TX] do bloco
; o segundo número diz ao programa quantas chaves contabilizarão 1 (uma) tentativa para fins de contagem de acertos e erros
; por exemplo, no span 3, três chaves com acertos contabilizam uma tentativa com acerto
NumTrials=	30 0

; Critério de acertos consecutivos
ConsecutiveHitCriterion=	10

; Critério de erros consecutivos
ConsecutiveMissCriterion=	0

; Critério de máximo de tentativas
MaxTrialCriterion=	30

; Aqui começa a tentativa 1 do Bloco 1
[Blc 1 - T1] 

; nome da tentativa no relatório
Name=	Tentativa 1

; tipo da tentativa
; SIMPLE = discriminação simples
; MTS = discriminação condicional
; MSG = Mensagem de texto
Kind=	SIMPLE 

; Cor do fundo, hexadecimal convertido para inteiro
BkGnd=	0

; figura do cursor do mouse de acordo com a configuração do sistema operacional
; -1 = cursor invisível;
; > -1 = definido pelo sistema operacional
Cursor=	-1

; estilo do encerramento da tentativa 
; -1 = encerra a tentativa ao apresentar a consequência
; 0 = encerra a tentativa após uma espera fixa, ver CustomNxtValue
AutoNxt=	-1

; se AutoNxt = -1 este parâmetro é ignorado
; se AutoNxt = 0 encerra a tentativa após o valor especificado (em milisegundos) 
CustomNxtValue=	0

; número de escolhas/comparações
NumComp=	3 

; posição da comparação 1, S+ ou certa
C1Bnd=	762 290 100 100 

; nome do arquivo a aparecer na posição 1
C1Stm=	D4.jpg 0 255

; esquema ou requisito de respostas, no caso so exigidos 2 toques na comparação 1
C1Sch=	FR 2

; consequência apresentada durante o ITI, após cumprimento do requisito de respostas da comparação 1
; nome do arquivo, loops do arquivo (se arquivo de som), cor, duração  
C1IET=	smile.bmp 0 255 1000

; porta USB acionada (RS232) após cumprimento do requisito de respostas da comparação 1
C1Usb=	3

; porta paralela acionada (PLP) após cumprimento do requisito de respostas da comparação 1
C1Csq=	0

; mensagem no relatório
C1Msg=	D4 - P13 

; contabilizar um acerto após cumprimento do requisito de respostas da comparação 1
C1Res=	HIT

; após cumprimento do requisito de respostas da comparação 1 ir para a tentativa
; 0 = seguinte
; 1 .. n = tentativa especificada
; CRT = repetir tentativa, tentativa de correção
C1Nxt=	0

; não apresentar time-out em tela preta após cumprimento do requisito de respostas da comparação 1
C1TO=	-1

; posição da comparação 2, S- ou errada
C2Bnd=	162 690 100 100 

; ''
C2Stm=	D5.jpg 0 255

; ''
C2Sch=	FR 2

; ''
C2IET=	Escolher 0 255

; porta USB desligada
C2Usb=	0  

; ''
C2Csq=	0

; mensagem para erro
C2Msg=	D5  

; Se a resposta ocorrer na C2 = erro
C2Res=	MISS 

; se a resposta foi em C2 apresentar de novo a tentativa, correção
C2Nxt=	CRT 

; ''
C2TO=	

; posição da comparação 3, S- ou errada
C3Bnd=	362 690 100 100 
C3Stm=	A6.jpg 0 255
C3Sch=	FR 2
C3IET=	Escolher 0 255
C3Usb=	0
C3Csq=	0
C3Msg=	A6
C3Res=	MISS
C3Nxt=	CRT
C3TO=	

; Aqui começa a tentativa 2 do Bloco 1
; [Blc 1 - T2] 
; ...

; Aqui começa a tentativa 30 do Bloco 1
; [Blc 1 - T30]  
; ...

; Aqui começa o Bloco 2
; [Blc 2]  

; Aqui começa a tentativa 1 do Bloco 2
; [Blc 1 - T1] 
; ...
; {Final do arquivo de sessão}

Perguntas frequentes sobre os relatórios de sessão.

Quais são os relatórios do EAM?

O EAM possui dois tipos de arquivos de relatório Dados_001.txt e Ticks_001.txt.

O EAM salva por cima dos arquivos existentes?

O EAM nunca salvará um arquivo por cima de outro já existente. Por exemplo, ao nomear como Dados_001.txt, se este arquivo já existe, o novo arquivo será automaticamente renomeado para Dados_002.txt.

Qual o formato dos arquivos de relatório?

O arquivo segue um formato tabelado, com o caracter ASCII DEC 9 (TAB) como separador. Para visualizar os relatórios rapidamente, recomenda-se o uso de gerenciadores de planilhas como o programa Excel do pacote Microsoft© Office ou Gnumeric.

Como analisar os dados dos relatórios?

Nunca altere o conteúdo dos arquivos de relatório originalmente produzidos. Faça uma cópia de segurança dos arquivos a serem analisados. Em seguida, recomenda-se o uso de macros, scripts em Python, a linguagem R, ou outras linguagens que possibilitem a automação da análise dos relatórios, e de uma eventual formatação se necessária.

Como está estruturado o arquivo de relatório Dados_001?

O arquivo possui um cabeçalho, um corpo e um rodapé.

Cabeçalho:

# Nome do sujeito definido no início da sessão pelo usuário. 
Sujeito: Bongo
  
# Nome da sessão definida no Arquivo de Sessão `[Main] > Name=` pelo usuário.
# Caso a chave `[Main] > Name=` seja omitida do arquivo, o nome do Arquivo de Sessão é utilizado. 
Sessão: 001 
  
# Data de criação do arquivo de relatório (Dados_001),
# de acordo com o relógio do sistema operacional do computador. 
Data:dd/m/aaaa 
  
# Tempo do início da sessão, de acordo com o relógio do sistema operacional do computador. 
Hora de Início:hh:mm:ss AM/PM

Rodapé:

# Tempo de término da sessão, de acordo com o relógio do sistema operacional do computador. 
Hora de Término: hh:mm:ss AM/PM

Corpo:

O corpo é formado por colunas e linhas. Cada coluna é uma variável de registro referente a um bloco ou a uma tentativa da sessão.

Blocos

Nome do Bloco.

Definido no Arquivo de Sessão: [Blc 1] > Name= Nome do Bloco. Apenas o nome é mostrado, logo acima das tentativas do bloco.

Tentativas

Núm.Tent.

Número da tentativa. Composto por dois números. O primeiro é o número da tentativa no arquivo de sessão de acordo com a numeração das secções das tentativas: [Blc 1 - T1], [Blc 1 - T2] ... [Blc 1 - Tn]. O segundo é o número de acordo com o Contador Cumulativo de Tentativas interno do programa.

Nom.Tent.

Nome da tentativa. Definido no Arquivo de Sessão: [Blc 1 - T1] > Name=.

Modelo

Pos.Mod.

Mensagem do relatório do modelo que convencionalmente deve incluir o nome do estímulo e a posição (ex. A1 – 1, A2 – P3, etc.). Definido no Arquivo de Sessão: [Blc 1 - T1] > SMsg=.

Res.Mod.

Mensagem do relatório do modelo cujo esquema de respostas foi cumprido. Convencionalmente deve incluir o nome do estímulo e a posição (ex. A1 – 1, A2 – P3, etc.). Definido no Arquivo de Sessão: [Blc 1 - T1] > SMsg=.

Lat.Mod.

Latência. Tempo em milisegundos entre a apresentação do estímulo e a primeira resposta ao estímulo. Um estímulo pode ser entendido como uma caixa com comprimento e altura em pixels (width height) posicionada em um ponto (top, left) na tela do monitor.

Dur.Mod.

Duração da resposta ao estímulo. No caso de esquemas que permitem múltiplas respostas, o tempo em milisegundos entre a primeira e última resposta. Para obter o tempo entre respostas específicas (ex., entre a segunda e terceira), conferir relatório de Ticks_001 correspondente).

Tmp.Mod.

Latência + Duração da resposta ao estímulo. Confira os itens: Lat.Mod. a Dur.Mod.

Atraso

Nome do atraso entre modelo e comparações definido no Arquivo de Sessão [Blc 1 - T1] > Delay=.

OBS.: As variáveis de registro relacionadas ao modelo estão disponíveis apenas de acordo com o tipo de tentativa MTS.

Discriminação simples

Pos.Cmp.

Conjunto de mensagens de relatório de todos os estímulos de comparação de uma tentativa. Convencionalmente, cada mensagem deve incluir o nome do estímulo e a posição (ex. A1 – 1, A2 – P3, etc.). Definido no Arquivo de Sessão: [Blc 1 - T1] > C1Msg=, C2Msg= ... CnMsg=.

A mensagem ‘GONOGO’ produz o caracter ‘1’ para GO e ‘2’ para ‘NOGO’ se, e somente se, houver o cumprimento de esquemas concorrentes (ex. FTFR, VTVR, etc).

Res.Cmp.

Mensagem do relatório da comparação cujo esquema de respostas foi cumprido. Convencionalmente deve incluir o nome do estímulo e a posição (ex. A1 – 1, A2 – P3, etc.). Definido no Arquivo de Sessão: [Blc 1 - T1] > C1Msg=, C2Msg= ... CnMsg=.

Lat.Cmp.

Latência. Tempo em milisegundos entre a apresentação do estímulo e a primeira resposta ao estímulo. Um estímulo pode ser entendido como uma caixa com comprimento e altura em pixels (width height) posicionada em um ponto (top, left) na tela do monitor.

Dur.Cmp.

Duração da resposta ao estímulo. No caso de esquemas que permitem múltiplas respostas, o tempo em milisegundos entre a primeira e última resposta. Para obter o tempo entre respostas específicas (ex., entre a segunda e terceira), conferir relatório de Ticks_001 correspondente).

Tmp.Cmp.

Latência + Duração da resposta ao estímulo.

Conferir itens: Lat.Mod. e Dur.Mod.

Disp.

Código binário (2^8) enviado para a interface pela porta paralela. Por exemplo, 00000000, 00000001.

UDsp.

Caracter (1, 2, 3 ou 4) enviado para a interface pelo protocolo RS232, pela porta USB. Permite a identificação de acertos e erros quando comparado ao nome da tentativa (Nom.Tent) e a resposta a comparação (Res.Cmp.).

Res.Frq.

Composto por um conjunto de Contadores de Respostas e coordenadas das respostas em relação a tela do monitor. Permite a contagem de acertos mais facilmente se a convenção de configurar o primeiro estímulo sempre como correto for respeitada:

# Exemplo
Res.Frq. 
C1=0 C1=1 C2= 0 Cn=0 BK=3 509-393 484-338 424-365 

As coordenadas top-left de respostas ao fundo da tela, no qual top refere-se ao pixel vertical de cima para baixo, e left horizontal da esquerda para direita.

509-393 484-338 424-365

Como está estruturado o arquivo de relatório Ticks_001?

Esse arquivo contém informações sobre cada resposta ao longo de uma sessão. Com ele é possível obter o tempo entre cada resposta.

Tentativas

Tempo_ms

Tempo em milisegundos entre a resposta e a resposta anterior. O tempo da primeira resposta é igual a Latência no arquivo Dados_001.

Stm.Tipo

Categoria da resposta:

  • M1 : resposta ocorreu no estímulo modelo.

  • C1, C2 ... Cn: resposta ocorreu em um estímulo de comparação.

  • - = resposta ocorreu no fundo da tela.

FileName

O nome do arquivo de estímulo onde da caixa onde a resposta ocorreu (ex.: A1.jpg).

Left....

Left da Coordenada Left-Top, de acordo com a resolução da tela no momento do toque.

Top.....

Top da Coordenada Left-Top, de acordo com a resolução da tela no momento do toque.

top refere-se ao pixel vertical de cima para baixo, e left horizontal da esquerda para direita.